O pixel é a menor unidade de uma imagem digital, sendo um
elemento de imagem. O termo vem da expressão Picture element. Quanto maior o
numero de pixel, melhor será a resolução de imagem. Se você der um zoom em uma
foto digital, verá que ela é formada por vários quadradinhos que são os pixels.
A cor dos quadradinhos é a combinação de três cores vermelho, azul e verde.
domingo, 15 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Os olhos vermelhos na fotografia
Foto: Ana Paula Santana
O olho humano é como uma câmara escura com um orifício, a pupila. Como, normalmente, a luminosidade é maior fora do que dentro do olho, nós enxergamos a pupila preta. Entretanto, o fundo do olho, a retina, é intensamente irrigado por vasos sanguíneos, o que lhe dá uma cor vermelho-alaranjada. Por isso quando uma luz intensa, como o "flash" de fotografia, entra no olho, a cor vermelha é preferencialmente refletida. Isso deixa a pupila avermelhada nas fotografias.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
O amor é Cego Literalmente

Quem está apaixonado fica em
estado de graça: meio aéreo, sem prestar muita atenção no que está se passando
a sua volta. Isso todo mundo já sabe. Mas os cientistas da Universidade da Flórida
acabam de descobrir que a coisa pode ir muito além: o amor torna o cérebro
humano literalmente incapaz de prestar atenção em rostos muito bonitos.
Os pesquisadores fizeram um
estudo para medir a atenção de 113 homens e mulheres, que foram expostos a
fotos de pessoas lindas e outras não tão bonitas. Metade dos voluntários teve
de escrever, antes da experiência, um pequeno texto falando sobre o amor que
tinha por seu parceiro. A outra metade fez uma redação genérica, sobre
felicidade. Em seguida, as fotos foram exibidas – com os olhos dos voluntários
monitorados por um computador. Quem tinha escrito e pensado em amor passou a
ignorar as imagens de pessoas bonitas – seus olhos simplesmente não se fixavam
sobre as fotos. E a rejeição só acontecia com as fotos de gente linda; com as
imagens de pessoas comuns, não havia diferença. Segundo os cientistas, isso
acontece porque, quando as pessoas pensam em amor, seu neocórtex passa a
repelir pessoas muito atraentes – que são tentadoras e têm mais chances de
levar alguém a praticar adultério. O mais impressionante é que, entre homens,
esse mecanismo antitraição é 4 vezes mais forte do que em mulheres. Os
cientistas especulam que ele teria se desenvolvido, ao longo da evolução, para
ajudar os machos a se manterem monogâmicos. “Há muitos benefícios evolutivos em
uma relação monogâmica, e o organismo leva isso em conta”, diz o psicólogo Jon
Maner.
Fonte: Revista Superinteressante
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Não, mulheres não são o sexo frágil
Fonte: http://www.decoupage.net.br/
“Dizem que mulher é o sexo frágil, mas que mentira absurda…”.
Quando cantou isso, Erasmo Carlos não sabia que estava tão certo.
De acordo com um novo estudo, o sexo feminino é geneticamente
programado para resistir melhor a infecções, ao câncer e também possui um
sistema de reserva para combater doenças.
A descoberta lança luz sobre por que os membros do chamado sexo
“mais forte” sucumbem a uma gripinha.
Os seus sistemas de imunidade não são páreos para os de suas
esposas e namoradas, por causa do cromossomo feminino X.
A razão pela qual as mulheres são mais vigorosas parece ter a ver
com microRNAs – cadeias curtas de RNA codificado no cromossomo. RNA é o primo
genético do DNA e pode ter importantes efeitos biológicos.
Os microRNAs têm o efeito de “silenciar” genes de imunidade no
cromossomo X, de acordo com a nova pesquisa.
Isso deixa os homens em desvantagem já que eles só têm um
cromossomo X. As mulheres têm dois, de modo que mesmo quando os genes de
imunidade são silenciados em um, o outro pode compensar.
As estatísticas mostram que em humanos, assim como acontece com
outros mamíferos, as fêmeas vivem mais do que os machos e são mais capazes de
lutar contra episódios de infecção ou trauma. Os pesquisadores acreditam que é
devido ao cromossomo X, que em humanos contém 10% de todos os microRNAs
detectados até agora no genoma (código genético).
Vários microRNAs localizados no cromossomo X parecem ter funções
importantes na imunidade e no câncer.
Do ponto de vista biológico, a diferença provavelmente evoluiu
porque as mulheres precisam assegurar mais a sobrevivência da espécie. Elas
precisam ser capazes de resistir à infecção durante a gravidez e quando nutrem
uma criança.
Fonte: http://hypescience.com/
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A luz do vaga lume
Fonte:http://www2.uol.com.br/
O vaga-lume é um inseto que possui luminosidade devido a presença de luciferina pigmento responsável pela bioluminescência. Essas emissões luminosas acontecem em razão das reações químicas fazendo com que o inseto emita luz.
Um fator importante é o de chamar atenção de seu parceiro ou parceira. Os machos emitem luz avisando que está se aproximando enquanto a fêmea emite sua luz para avisar onde está.
O tecido que emite a luz é ligado na traqueia e no cérebro, dando ao inseto total controle sobre sua luz.
Por: Ana Paula Santana
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Por que o céu é azul?
Todo mundo sabe que a luz branca, emitida pelo sol, é na
verdade composta de sete cores básicas. Elas variam do violeta ao vermelho,
cada uma com sua freqüência.
As moléculas de ar que compõem a atmosfera da Terra, por sua
vez, refletem, absorvem e difundem a radiação solar. “A luz do Sol, também
chamada de luz branca, entra na atmosfera e é espalhada pelas moléculas do ar –
principalmente nitrogênio – para todas as direções”, diz o físico Alexandre
Souto Martinez, do Instituto de Física e Matemática da USP de Ribeirão preto.
A luz azul tem uma freqüência muito próxima daquela de ressonância
dos átomos da atmosfera, ao contrário da luz vermelha. Assim, a luz azul
movimenta os elétrons nas camadas atômicas das moléculas com muito mais
facilidade que a vermelha. Isso provoca um ligeiro atraso na luz azul que é
reemitida em todas as direções, num processo chamado dispersão de Rayleigh. A
luz vermelha, que não é dispersa e sim transmitida, continua em sua direção
original, mas quando olhamos para o céu é a luz azul que vemos porque é a que
foi mais dispersada pelas moléculas em todas as direções.
Fonte: Revista Mundo estranho - novembro de 2001
Alexandre Souto Martinez, do Instituto de Física
e Matemática da USP de Ribeirão preto
domingo, 21 de agosto de 2011
Dráuzio Varella: ‘Quem come menos vive mais’
Na verdade o que nos envelhece é o combustível do caminhão. É uma ironia, mas o oxigênio, fundamental para a vida na Terra, é capaz de oxidar nossas células, enfraquecê-las, da mesma forma que oxida os carros. E, com o tempo, ficamos parecidos com um boneco de lata.
E você lembra: respeitados os limites da desnutrição, a expectativa máxima de vida é inversamente proporcional ao número de calorias ingeridas. Quer dizer: quem come menos, vive mais, e isso tem tudo a ver com o oxigênio.
Cada célula tem sua central energética: as mitocôndrias. A função da mitocôndria é transformar o que comemos na energia de que o corpo necessita para funcionar. Nesse processo, há a liberação de átomos de oxigênio, chamados radicais livres. Os radicais livres são oxidantes e, aos poucos, enfraquecem as mitocôndrias.
Quando comemos demais, fazemos as mitocôndrias trabalhar a todo vapor e liberar mais radicais livres que irão destruí-las lentamente. Com isso, cai a produção de energia dentro das células: é o envelhecimento.
É simples: bastam 30 minutos de caminhada vigorosa todos os dias. Se você está acima do peso, na hora de comer, faça o prato normalmente e, depois, tire mais ou menos um terço da comida. São cuidados que garantem uma velhice ativa. Mas e o cérebro?
Para quem não quer perder a minha memória de jeito nenhum, Ivan Izquierdo, diretor do Centro de Memória da PUC/RS, orienta: "Uma vida sadia, uma boa alimentação e ler, ler e ler. E, uma vez que terminou de ler, ler mais um pouco. É o melhor exercício, não tem outro".
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Linfoma
O sistema linfático é composto
por órgãos, vasos e tecidos linfáticos e pelos linfonodos (popularmente
conhecidos como ínguas), que se distribuem em posições estratégicas do corpo
para ajudar a defendê-lo de infecções. Esse sistema produz e transporta os
glóbulos brancos, células que combatem as infecções e participam do sistema de
defesa do organismo.
O linfoma ocorre quando uma
célula normal do sistema linfático se transforma, cresce sem parar e se
dissemina pelo organismo.
Os diversos tipos de linfomas têm
comportamento e grau de agressividade diversos. Eles podem ser divididos em
dois grandes grupos: linfoma de Hodgkin e linfoma de não-Hodgkin. Os primeiros
ocorrem em um tipo de célula linfoide conhecido como célula de Reed-Sternberge;
os segundos são mais comuns e podem surgir em outras células do sistema
linfático.
Causas e Diagnóstico
Alguns linfomas estão
relacionados a infecções crônicas, que podem predispor à mutação das células
linfáticas. Outros podem ocorrer devido a fatores ambientais, como a exposição
a produtos químicos. Na maioria dos casos, no entanto, não há causa definida,
mas os linfomas ocorrem mais em idosos.
O primeiro sinal do linfoma é a
presença de linfonodos (ínguas) mesmo quando não há nenhuma infecção. Nesse
caso, os glóbulos brancos proliferam desordenadamente, gerando o crescimento
anormal dos linfonodos. Em geral, os linfonodos infecciosos são dolorosos, ao
contrário daqueles presentes nos linfomas.
Quando isso acontece, o paciente
deve ser submetido a uma biopsia do gânglio alterado, que será analisada por um
patologista. Feito o diagnóstico, o próximo passo é o estadimento, para
identificar outras áreas possivelmente acometidas pelo câncer. Também são
pedidos exames de imagem para auxiliar no diagnóstico.
Tratamento
O tratamento mais usado é a
quimioterapia, complementada, em alguns casos, com a radioterapia. A
quimioterapia é mais eficaz no linfoma do que nos demais tumores sólidos, como
câncer de pulmão e de intestino.
Os anticorpos monoclonais,
proteínas presentes no sistema de defesa do organismo alteradas em laboratório,
também podem ser utilizados no tratamento associados à quimioterapia.
Recomendações
* Evite a exposição prolongada a
produtos químicos, em especial aos produtos agrícolas;
* Pacientes infectados com o
vírus HTLV e o vírus HIV correm risco maior de desenvolver linfoma, portanto
devem estar mais atentos aos sintomas;
* Faça um autoexame
frequentemente. Quanto mais você conhecer o próprio corpo, mais depressa
identificará possíveis alterações físicas;
* A incidência de linfoma aumenta
com a idade; por isso os idosos, principalmente os de ascendência europeia,
devem redobrar a atenção;
* Procure um médico se notar a
presença de uma íngua (gânglio) no pescoço, axila, virilha, especialmente se
ela não for dolorosa, tiver crescimento rápido, e você não apresentar nenhum
outro sinal de infecção.
Fonte:www.drauziovarella.com.br
Esclerose Multipla
Esclerose múltipla é uma
doença inflamatória crônica, provavelmente autoimune. Por motivos genéticos ou
ambientais, na esclerose múltipla, o sistema imunológico começa a agredir a
bainha de mielina (capa que envolve todos os axônios) que recobre os
neurônios e isso compromete a função do sistema nervoso. A característica
mais importante da esclerose múltipla é a imprevisibilidade dos surtos.
Em geral, a doença acomete
pessoas jovens, entre 20 e 30 anos, e provoca dificuldades motoras e
sensitivas.
Não se conhecem ainda as
causas da doença. Sabe-se, porém, que a evolução difere de uma pessoa para
outra e que é mais comum nas mulheres e nos indivíduos de pele branca que
vivem em zonas temperadas.
O diagnóstico é basicamente
clínico, complementado por exames de imagem, por exemplo, a ressonância
magnética.
Sintomas
A fase inicial da esclerose
múltipla é bastante sutil. Os sintomas são transitórios, podem ocorrer a
qualquer momento e duram aproximadamente uma semana.
Tais características fazem
com que o paciente não dê importância às primeiras manifestações da doença que
é remitente-recorrente, ou seja, os sintomas vão e voltam
independentemente do tratamento.
A pessoa pode passar dois ou
três anos apresentando pequenos sintomas sensitivos, pequenas turvações da
visão ou pequenas alterações no controle da urina sem dar importância a
esses sinais, porque, depois de alguns dias eles desaparecem. Com a
evolução do quadro, aparecem sintomas sensitivos, motores e cerebelares de
maior magnitude representados por fraqueza, entorpecimento ou formigamento nas pernas ou de um lado do corpo, diplopia (visão dupla) ou perda visual prolongada, desequilíbrio, tremor e descontrole dos esfíncteres.
maior magnitude representados por fraqueza, entorpecimento ou formigamento nas pernas ou de um lado do corpo, diplopia (visão dupla) ou perda visual prolongada, desequilíbrio, tremor e descontrole dos esfíncteres.
Tratamento
Uma vez confirmado o diagnóstico
de esclerose múltipla, uma doença inflamatória desmielizante, com manifestação
remitente-recorrente, o tratamento tem dois objetivos principais: abreviar a
fase aguda e tentar aumentar o intervalo entre um surto e outro. No
primeiro caso, os corticosteroides são drogas úteis para reduzir a
intensidade dos surtos. No segundo, os imunossupressores e
imunomoduladores ajudam a espaçar os episódios de recorrência e o impacto
negativo que provocam na vida dos portadores de esclerose múltipla, já que
é quase impossível eliminá-los com os tratamentos atuais.
Recomendações
* Embora não altere
a evolução da doença, é importante manter a prática de exercícios físicos;
* Quando os movimentos estão
comprometidos, a fisioterapia ajuda a reformular o ato motor, dando ênfase
à contração dos músculos ainda preservados;
* O tratamento fisioterápico
associado a determinados remédios ajuda também a reeducar o controle dos
esfíncteres;
* Nas crises agudas da
doença, é aconselhável o paciente permanecer em repouso.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Compostagem passo a passo
O recipiente
Você deve ter um recipiente para colocar o material orgânico. Pode ser um pote de sorvete, uma lata de tinta ou uma balde. Vale usar a criatividade com o que estiver ao seu alcance. Se der para reaproveitar algum recipiente, melhor ainda. É importante furar o fundo. Você pode fazer isso manualmente, variando o tamanho dos buracos. É por eles que o chorume (líquido eliminado pelo material orgânico em decomposição) vai passar.
Um detalhe importante é que
o chorume pode ser reaproveitado, pois, neste caso, é um fertilizante de
alto potencial (já que é originado apenas de matéria orgânica). Você
pode recolhê-lo e devolver à mistura da sua compostagem ou ainda jogar em
plantas, diluído (anote a proporção: 1 copo de chorume para 9 copos
de água).
A composteira
Em baixo do recipiente no qual você vai colocar o material orgânico, deve haver outro que vai “recolher” o chorume. Pode ser uma bacia mais rasa, por exemplo. Ela não pode ficar em contato direto com a lata ou o pote, pois o chorume deve ter um espaço para escorrer. Use um calço – como pedaços de tijolo – para colocar em baixo da lata e deixá-la um pouco mais “alta” em relação à bacia. (A compostagem até pode ser feita em contato direto com o solo, mas neste caso o terreno deve ter boa drenagem e ser inclinado, para que o chorume não acumule em um local só).
Hora de colocar o lixo
Fazer compostagem em casa não é só jogar o lixo orgânico de qualquer jeito e deixar que a natureza faça “o resto sozinha”. Existe um método para viabilizar, facilitar e acelerar a decomposição do material orgânico. O segredo é sobrepor os tipos de resíduos orgânicos, ou seja, o processo é feito em camadas.
O que regula a ação dos
microorganismos que vão decompor o material é a proporção de nitrogênio e
carbono. Essa relação deve ser de três para um. Ou seja, uma camada de
nitrogênio para três camadas de carbono. O que é nitrogênio? É o
material úmido (o lixo, em si). O que é o carbono? É matéria seca,
como papelão, cascalho de árvore, serragem, folhas secas, aparas de grama e
palha de milho. (Se a relação for diferente desta, não significa que não
ocorrerá o processo de compostagem, apenas que vai levar mais tempo).
Pique o material, quanto menor
estiver o material que você colocar (tanto o seco quanto o úmido), melhor.
Comece com uma camada de material seco, depois coloque o material úmido. Depois
coloque outra camada de material seco, umedeça-o um pouco e continue o
processo. É importante que a última camada (a que vai ficar exposta) seja
sempre seca, para evitar mau cheiro. Uma opção é colocar cal virgem por cima.
Outro detalhe essencial é: não tampe a composteira. O material orgânico
não pode ficar abafado. Use luvas para manusear a sua composteira.
O que você pode usar:
- Resto de leite;
- Filtro de café usado;
- Borra de café;
- Cascas de frutas;
- Sobras de verduras e legumes;
- Iogurte;
O que você não pode usar:
- Restos de comida temperada com sal, óleo, azeite… qualquer tipo de tempero;
- Frutas cítricas em excesso, por causa da acidez;
- Esterco de animais domésticos, como gato e cachorro;
- Madeiras envernizadas, vidro, metal, óleo, tinta, plásticos, papel plastificado;
- Cinzas de cigarro e carvão;
- Gorduras animais (como restos de carnes);
- Papel de revista e impressos coloridos, por causa da tinta.
Espere, mas cuide.
Depois que você montou toda a estrutura, é hora de dar tempo ao tempo. A primeira fase é de decomposição, quando a temperatura interna do material que está na composteira pode chegar a
O ideal é acrescentar matéria orgânica cada vez que for “mexer” na sua composteira, ou seja, a cada 15 dias, mais ou menos. Nesse intervalo, guarde as suas cascas de frutas, verduras e o resto que for reaproveitável em um potinho na geladeira.
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